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 Louis Vuitton traz referências do século 18 em coleção de verão:  No último dia da Semana de Moda de Paris, Nicolas Ghesquiere foca no passado e traz para Louis Vuitton uma coleção de verão repleta de referências.


Um dos designers mais talentosos de sua geração, Nicolas Ghesquiere há tempos vem olhando para séculos passados, pinçando e remixando referências com bom humor, perspicácia e criatividade. Acrescenta-se, aqui, o exercício com camadas e volumes. 


Para o verão 2022 da Louis Vuitton, seu diretor criativo o olha para o final do século 18 e traz, de lá por exemplo, os panniers que Maria Antonieta adorava, para transformar a armação em detalhes irreverentes em looks que ainda trazem um charme de boudoir. 

E, ainda, para o início do século 20, contagiado pelo figurino que ele assina para Alicia Vikander, na série “Irma Vep”, da HBO, inspirada no filme de mesmo nome e que gira em torno de um baile e de vampiros. “Gosto da figura de um vampiro que viaja através dos tempos, adaptando-se aos códigos de vestimenta da época em que vive, enquanto mantém um certo ar do passado”, explica Ghesquière.


 Juntando tudo, é uma coleção que mistura, ainda, alfaiataria precisa e denim. Opostos que se atraem: maculino/feminino, delicadeza/força, urbano/couture, volume/linhas contidas. Uma construção quase de sonho para suportar o presente ou apenas um elemento divertido, sugerem as máscaras de baile. Nos pés, botas pesadas vieram sem sola tratorada, coloridas e com detalhe peep toe. 












 Sarah Burton retorna a Londres com a coleção feminina Spring Summer 2022 e Naomi Campbell fecha o desfile em um ambiente transparente projetado pelo arquiteto Smiljan Radic. 


A tentativa é trazer o céu em uma coleção. Sarah Burton continua a representar o vínculo da marca Alexander McQueen com a capital do Reino Unido. Depois de apresentar a coleção às margens do Tâmisa durante a pandemia, a diretora criativa das coleções femininas decide conquistar o inconstante céu de Londres


"Estou interessada em mergulhar no ambiente em que vivemos e trabalhamos, em Londres, e nos elementos que vivenciamos todos os dias." explica Sarah Burton, que apresentou uma impressão com um vislumbre do céu como um convite para o show, "A arte das impressões desta coleção foi filmada dos telhados do nosso estúdio, onde temos a sorte de ter as vistas mais incríveis da cidade: da Catedral de São Paulo ao London Eye.



 Intitulado 'London Skies', o espetáculo celebra a beleza e a imensidão de nuvens brancas que se chocam contra o límpido céu azul, massas de material volumoso e, sobretudo, cambiante. O céu muda a cada momento, do nascer ao pôr do sol, de claro à tempestade:

"Gosto da ideia de que a mulher Alexander McQueen é uma caçadora de tempestades. Não se trata apenas da beleza das vistas, mas também de uma sensação de mistério e empolgação - abraçando o fato de que nunca podemos ter certeza do que pode acontecer a seguir. Desistir do controle e estar em contato direto com o imprevisível significa fazer parte da natureza, vê-la e senti-la em sua maior intensidade - ser um com um mundo que é maior e mais poderoso do que nós.” Sarah Burton





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