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A polêmica relacionada aos colans usados na Ginástica Artística Feminina, ao que tudo indica ganhou nova repercussão e  um novo rund positivo na luta contra  a sexualização dos uniformes atuais das atletas ,conquistado pela Seleção  de Ginástica Alemã que simplesmente está reivindicando mudá-los para um macacão, a fim de acabar com a sensualidade dos uniformes atuais das ginastas.  
Ginastas alemãs usam uniforme inteiro, modelo macacão, um gesto que visava conter a sexualização do esporte.
 A equipe feminina de ginástica da Alemanha optou por usar trajes de corpo inteiro nas sessões classificatórias dos Jogos Olímpicos de Tóquio, neste domingo, 25, em um gesto que, segundo elas, tem como objetivo promover a liberdade de escolha e encorajar as mulheres a usarem roupas que as deixem confortáveis.
 A equipe, composta por Sarah Voss, Pauline Schaefer-Betz, Elisabeth Seitz e Kim Bui, competiu em trajes vermelhos e brancos, unindo collant e leggings que iam do pescoço até os tornozelos.
  "Queremos ter certeza que todas se sintam confortáveis ​​e mostramos a todas que elas podem usar o que quiserem e ter uma aparência incrível, uma sensação incrível, seja com um traje longo ou curto."  Voss disse que a equipe alemã – que também usou trajes de corpo inteiro no campeonato europeu em abril, em um gesto que visava conter a sexualização do esporte – está ansiosa para que a tendência emplaque futuramente.
Rebeca usa um uniforme em branco com pedras em azul, amarelo e dourado nos ombros para destacar.
Os uniformes dão destaque aos movimentos da atleta e o azul é uma ótima escolha para o trabalho de pedraria. 
Para o treino as atletas usam um uniforme em tons de amarelo e verde com o BRASIL em azul e mais pedrinhas brilhantes.

 Brasil nas finais na ginástica em Tóquio com Zanetti, Caio e Diogo

A seleção brasileira de ginástica artística confirmou quatro vagas nas finais masculinas da Olimpíada de Tóquio, no Centro de Ginástica de Ariake.  Caio Souza termina a prova mais completa da ginástica artística na 17a colocação, enquanto o jovem Diogo Soares, em sua estreia olímpica, fica na 20a posição. 
O seu uniforme usa o azul também como cor destaque e as linhas em amarelo e verde acompanham a curva do corpo e abrilhantando os atletas.
Caio usa um uniforme com o tom vivo do amarelo e como fica bonito no seu movimento.
Para as finais o colan nas cores da bandeira do Brasil deram sorte ao atleta.
Tão novo e com uma carreira incrível pela frente, na sua estreia Diogo usa a colan e a calça em azul marinho deram sorte e charme ao atleta.

Medalha de prata e look da Fadinha do skate confira a seguir que modelo de tênis que ela usou.

 Brasileiros viraram a madrugada para assistir ao show de Rayssa Leal na pista de skate. Com apenas 13 anos, o novo ídolo do país ganhou a medalha de prata na categoria street nesta segunda-feira (26.07), na esteira da inclusão do esporte nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Mas não foram só as manobras da Fadinha — apelido da jovem skatista — que chamaram a atenção. Todos queriam saber o que Rayssa estava vestindo, e como comprar o look usado pela menina na pista e no pódio.  Já na madrugada, usuários do Twitter começaram a especular qual seria o modelo do tênis. Após uma enxurrada de informações desencontradas, procuramos a Nike. E até a própria assessoria da fabricante de tênis se confundiu. Primeiramente, informou que o tênis usado era uma variação do modelo Janoski. Depois de uma rechecagem da reportagem, no entanto, a assessoria informou que o tênis em questão é o Nike SB Shane T, que não está à venda no país.

  Quem estiver muito aflito para calçar algo parecido com o que Rayssa usou nos pés vai ter que se contentar, por enquanto, com o modelo da Nike em parceira com o skatista Stefan Janoski, que sai por 360 reais. Na onda do sucesso da skatista, a Nike também está divulgando outra opção similar à usada pela Fadinha nas Olimpíadas, branca com a sola bege e detalhes em rosa, que custa 560 reais, o Bruin React.
 A camiseta e a calça usadas na competição também eram da mesma marca. Porém não há previsão de quando ambas serão vendidas no Brasil — e nem se chegarão a ser. Para o pódio, Rayssa teve de usar um blusão da Peak, patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos de Tóquio. 

 Ela recebeu o apelido de "Fadinha" quando, em 2015, aos 7 anos, ganhou a internet com um vídeo no qual fazia manobras de skate usando uma fantasia de fada. À época, até Tony Hawk, um dos maiores skatistas do mundo, compartilhou as cenas.  Tudo indica que o sucesso está só começando. Entre o fim da competição e a manhã desta segunda-feira, a jovem já havia ganhado mais de 1 milhão de seguidores no Instagram.  

No último fim de semana, a Nike lançou um filme publicitário protagonizado por ela incentivando a presença de meninas no skate. "Fico muito feliz em incentivar outras meninas a iniciarem no esporte. O skate é um esporte feminino também, é um esporte para todos. Quero que outras meninas tenham a mesma oportunidade que eu, de ver suas vidas e seus sonhos sendo realizados por meio do esporte", disse a skatista, em comunicado à imprensa.


 Italo Ferreira conquista primeiro ouro do Brasil

 A vontade era tanta que, logo na primeira onda, a prancha quebrou. Foram pouco mais de dois minutos até que Italo Ferreira nadasse à areia para recomeçar. O que parecia um mau presságio, porém, não passou de um leve percalço. No mar revolto de Tsurigasaki, o surfista brasileiro enfileirou manobras e garantiu o primeiro ouro da história do surfe em Olimpíadas. 
Italo Ferreira comemora ouro no surfe nas Olimpíadas com mortal.

O primeiro do Brasil em Tóquio. Diante do japonês Kanoa Igarashi, que eliminou Gabriel Medina na semifinal, o potiguar entrou para o rol de heróis olímpicos do país.  Italo superou Igarashi com sobras. Apesar da quebra da prancha logo em sua primeira tentativa de manobra, o brasileiro não desanimou. Agressivo durante toda a bateria, conseguiu três boas notas, o suficiente para deixar o japonês em combinação. No somatório final, 15,14 contra 6,60 do rival. A festa começou antes mesmo do fim, a dois minutos do sinal tocar. O ouro já estava garantido.

A marca blackwash volta a vender a camisa em homenagem ao Italo Ferreira. Camiseta especial Billabong edição Ítalo Ferreira, surfista Brasileiro 
A marca blackwash volta a vender a camisa em homenagem ao Italo Ferreira. 
 A BILLABONG teve seu início em 1973 quando o surfista Gordon Smith Merchant e sua mulher a fundaram na Gold Coast (Austrália), um dos berços do surf mundial. Gordon desenhava boardshorts em sua casa de frente para o mar, as fabricava na mesa de sua cozinha e as vendia através de pequenas lojas de surf locais. O nome da empresa foi inspirado na palavra aborígene “Billabong” que significa “um oásis”, uma fonte de água no meio do deserto australiano.



 Mais detalhes sobre as grifes que estão assinando os uniformes e colocam a moda brasileira no pódio das Olimpíadas 

A equipe brasileira conta com a colaboração de quatro empresas para o "desfile" dos seus atletas — desde a abertura até a prática dos esportes. Para a cerimônia inaugural, quem os vestirá é a carioca Wöllner. 

 As estampas, que já puderam ser vistas por meio das redes sociais dos nossos representantes e foram comparadas ao "estilo Agostinho Carrara", carregam uma mistura entre a cultura brasileira e a japonesa: folhas de bananeira, espadas de São Jorge, orelhas de elefantes, palmeiras, alocasias e heliconias são misturadas às tradicionais carpas e flores dos quimonos dos samurais.

Tudo isso em meio ao verde e azul que fazem referência a nossa bandeira. Unimos as duas culturas e utilizamos os contos da Carpa que ao superar os obstáculos e subir uma cachoeira se torna um dragão, e a do nosso peixe amazônico, o Pirarucu, que, reza a lenda, já foi um grande guerreiro dos Nalas".

Outra marca que também vestirá os brasileiros é Riachuelo. A rede de fast-fashion ficou responsável pelos looks casuais dos atletas com camisetas, polos, casacos e moletons.

Já a Havaianas, praticamente um dos nossos símbolos brasileiros por meio de suas sandálias, se tornou a primeira marca de calçados a compor o uniforme oficial dos atletas durante a cerimônia de abertura dos jogos. "As sandálias que serão usadas em Tóquio são os únicos objetos capazes de representar o Brasil inteiro. Afinal, quem aqui não tem uma dessas em casa?", diz Fefa Romano, CMO da Alpargatas, empresa responsável pela produção das Havaianas.

VAI BRASIL!!!!
Beijos no coração ❤️
Colunista, Editora e Jornalista de moda Noeli de Carvalho Silva


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