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Aos 0:47 da madrugada de 31 de agosto de 1997, um domingo, a temida vinheta do Plantão da Globo surgiu na TV. "E a agência France Press acaba de anunciar que a princesa Diana morreu. Outras informações a qualquer momento e em nossos telejornais", disse Sandra Annenberg, então âncora do Jornal da Globo e plantonista daquela noite.

Globo mobilizou seus âncoras e correspondentes na cobertura do adeus à Princesa do Povo

A apresentadora já havia surgido na programação para informar a respeito do acidente de carro no túnel sob a Ponte de l'Alma, em Paris. Horas antes, na transmissão de Santos x Fluminense pelo Campeonato Brasileiro, Galvão Bueno tinha anunciado a morte do namorado de Diana, o playboy egípcio Dodi Al-Fayed, sentado ao lado dela no banco de trás da Mercedes.

Sempre tão elegante, Diana combinava suas joias com o feminismo da época.

Caras | Diana, a princesa que encantava multidões

Pouco depois, em entrada ao vivo de Londres, o correspondente César Tralli informara a morte do motorista que conduzia o veículo, o francês Henri Paul. O único a sobreviver foi o segurança britânico Trevor Rees-Jones, hoje com 52 anos. No ano 2000, ele lançou um livro sobre o que viveu.

O trágico fim da mulher mais famosa e fotografada de sua época gerou uma das maiores coberturas jornalísticas de todos os tempos. A Globo se destacou por ter vários repórteres na Europa. Baseados na Inglaterra, William Waack (hoje na CNN Brasil) e Ana Luiza Guimarães (do RJ2, Bom Dia Brasil e Jornal Nacional) narraram os fatos.

Canal exibe programas especiais sobre a vida da princesa Diana - Emais -  Estadão

Especialista em moda e comportamento, Beth Lima analisou a influência imensurável da princesa no estilo de vida das pessoas. Em viagem de lua de mel, Maria Beltrão interrompeu a programação romântica na terra da rainha Elizabeth para participar da cobertura do funeral e enterro de Diana na GloboNews.

Passaram 23 anos da morte da Princesa Diana, a Princesa do Povo - Rádio  Campanário

No encerramento do FantásticoPedro Bial refletiu a respeito do desaparecimento dramático de uma das personalidades mais fascinantes, admiradas e imitadas do mundo. “Mais do que a morte da princesa, fiquemos todos com a história de sua vida: um reflexo, um retrato impiedoso do nosso tempo, do qual ela foi vítima.”

A existência, a trajetória, o fim abrupto e o legado da Princesa do Povo mudaram o jornalismo de celebridades. De um lado, o interesse sobre a monarquia cresceu. Do outro, a ação às vezes predadora dos paparazzi passou a ser duramente criticada.

Diana é considerada a maior vítima da obsessão do público pela intimidade dos famosos. Um interesse que estimula a invasão de privacidade e a superexposição desrespeitosa de atores, cantores, apresentadores, modelos, nobres e outras figuras públicas.

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Ao longo das últimas duas décadas, o culto à princesa se manteve ativo e começou a se renovar dias atrás com a repercussão do primeiro teaser da quarta temporada de The Crown.

A aclamada série da Netflix vai mostrar a entrada da tímida professora na família real, com destaque para a pressão feita contra ela pela imprensa e o casamento de conto de fadas transformado em pesadelo conjugal. Estreia dia 15 de novembro.



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