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 Zara vai fechar cerca de 1.200 lojas físicas ao redor do mundo, principalmente na Europa e na Ásia, durante os próximos dois anos, segundo anúncio feito pela Inditex, conglomerado espanhol dono da marca. O objetivo é criar uma estratégia que envolva a recuperação de danos causados pela pandemia do coronavírus e um investimento no e-commerce, mercado que teve um crescimento acelerado nos últimos meses. 

A decisão veio após o grupo constatar que, com as medidas de isolamento social, entre fevereiro e abril houve uma queda de 44% nas vendas, o equivalente a um prejuízo de 409 milhões de euros, em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, a etiqueta também viu um aumento de 50% nas compras virtuais. 
 Pessoas desrespeitam distância segura em fila em frente à Zara, no dia 11 de maio de 2020, quando o comércio foi reaberto em Paris, na França (Samuel Boivin/NurPhoto/Getty Images)

Até 2022, a meta é que 25% das vendas sejam provenientes do comércio online, taxa que foi de 14% em 2019. Para isso, vai rolar um investimento de 1 bilhão de euros nas plataformas virtuais da Zara, além de 1,7 bilhão de euros na modernização tecnológica das lojas, a fim de integrar os mercados físico e online.  
Por conta dessa reorganização, que também vai incluir a abertura de 450 espaços, a contagem total de pontos físicos deve cair de 7.412 para um número entre 6.700 e 6.900. 

"O maior objetivo agora até 2022 é acelerar a implementação completa do conceito de lojas integradas, motivados pela possibilidade oferecer um serviço ininterrupto aos nossos clientes, independentemente de onde estiverem, em qualquer dispositivo e qualquer horário do dia", declarou o CEO Pablo Isla em um comunicado à imprensa.   


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