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No Dia Internacional da Enfermagem, profissionais ganham homenagens pela luta contra a pandemia

Nós reunimos algumas mensagens de apoio para criar uma corrente de amor aos profissionais da linha de frente ao combate a Covid-19

MADRID, SPAIN – APRIL 05: Sanitary personal of Villalba General Hospital are seen at the Emergency entrance while local police, civil guard and firefighters applaud them on April 05, 2020 in Madrid, Spain. Spain ordered all non-essential workers to stay h (Foto: Getty Images)
Profissionais recebem mensagens de carinho no Dia Internacional da Enfermagem (Foto: Getty Images)

O mundo continua lutando de forma agressiva contra a pandemia do coronavírus, que já causou a morte de mais de 286 mil pessoas desde o final do ano passado. Nesta terça-feira (12.05), em pleno pico da doença no Brasil, é comemorado o Dia Internacional da Enfermagem, a classe de profissionais mais afetada diante da situação que o mundo vive atualmente. Diariamente esses profissionais arriscam a própria vida na linha de frente dos atendimentos na tentativa de salvar o maior número de pessoas e confortar aqueles que seguem na luta contra o Covid-19. Usando máscaras, luvas e todo o amor no coração, muitos deles abdicaram dos filhos, das famílias e do conforto de uma noite bem dormida para ajudar quem precisa.
"É mais do que uma profissão, é uma vocação, uma dedicação. Neste tempo de pandemia deram exemplo de heroísmo e alguns deram a vida", disse o Papa Francisco ao escrever uma homenagem aos enfermeiros do mundo tudo.
Hospital Moinhos de Vento tem programação especial para o Dia ...
Para homenagear esses profissionais,  reunimos mensagens do mundo todo criando uma rede de amor e conforto para quem passa plantões intermináveis à frente dos atendimentos dos mais de 4 milhões de infectados notificados pelo mundo.
"Parabéns a todos os profissionais de Enfermagem!! Hoje é o nosso dia!! Que possamos ter boas condições de trabalho para fazer o nosso melhor àqueles que precisam!", pediu a enfermeira Cristina Lemos, do Rio de Janeiro.
"O amor é fundamental e o conhecimento é imprescindível. 12 de Maio, há quantos anos comemoro essa data sendo estudante? Nem sei mais. O importante é que a cada dia, falta menos para eu comemorar como profissional. E ninguém vai me parar!", comemorou a estudante Bárbara Jales.
"Hoje o dia é meu e de vários amigos, mas eu venho fazer um pedido a você, sim, você. Quero que saiba que nos últimos meses vi pessoas queridíssimas se afastando do trabalho com covid-19. Colegas dedicados falecendo por covid-19. A maioria se afastando de filhos, cônjuges, pais, por estarem na linha de frente cuidando de pessoas adoecidas e com receio de contaminar seus familiares. Familiares de pacientes desolados porque perderam seus entes queridos. Não é neurose, não é gripezinha e não está indo embora. Não espere ser um ente querido seu pra dar importância! São mais de 11 mil mortos! Não espere um ente querido seu precisar de respirador e não ter porque o sistema de saúde está em colapso (agora mais do que nunca)! Respeite o distanciamento social e fique em casa. Por você e por nós", pediu a enfermeira Jaqueline Pinel.
"Hoje é o Dia da Enfermagem, a profissão que me escolheu .Em meio às homenagens, renovo a alegria de ser enfermeiro. Em meio ao cuidado, renovo minha vocação. Que depois dos dias de luta na UTI Covid-19, venham os dias de glória e cura", disse a enfermeira Adriana Kirley

Amanda Sanchez comenta sobre volta às ruas após 55 dias de confinamento, em Paris

Modelo de prova da Chanel há 19 anos, a brasileira comenta em vídeo como está retomando à rotina na cidade francesa

 Amanda Sanchez (Foto: Reprodução/ Instagram)


Paris retoma parcialmente as suas atividades essa semana e Amanda Sanchez, brasileira que há 19 anos é modelo de prova da Chanel, está de volta ao 31 rue Cambon, o icônico endereço onde funciona o ateliê da maison francesa.

"É uma alegria imensa poder sair de casa e voltar ao trabalho após 55 dias de confinamento [devido à pandemia do coronavírus]", contou.
E continuou: "Pelas ruas, vejo que as pessoas estão respeitando as normas de segurança: vou para o trabalho a pé, estou evitando pegar o transporte público e uso máscara mesmo que não seja obrigatório. Observo que 80% das pessoas estão de máscara também e respeitando uma distância de pelo menos 1 metro entre elas. Sou muito otimista e espero que em breve restaurantes possam ser reabertos. É uma alegia imensa retomar a vida, que sabemos que será diferente, mas vamos reaprender a viver". 

Como as ações contra o coronavírus da Bulgari refletem a relação da joalheria com a cultura italiana

Para marcas de moda e luxo, o novo coronavírus ressignificou linhas de fornecimento, produção e posicionamento ético. Na Itália, um dos países mais afetados pela pandemia, a Bulgari se comprometeu com o auxílio à pesquisa e produção de álcool-gel, num gesto de gratidão ao seu país de origem e grande fonte de inspiração

3 de fevereiro de 2020, dia 34 da crise instalada no mundo em decorrência do novo coronavírus. Em Roma, no Hospital Lazzaro Spallanzani, as cientistas Maria Rosaria Capobianchi, Francesca Colavita e Concetta Castilletti faziam o sequenciamento genético do vírus, menos de 48 horas depois de o primeiro caso ser detectado na Itália. Naquele momento, parecia exagero ou cena de ficção científica distópica imaginar que o país que foi pioneiro em mapear o vírus na Europa seria também o primeiro do mundo a entrar em lockdown.

Preciosidades da capital italiana estão também nas coleções da marca, como as formas do Coliseu que inspiram a alta joalheria  (Foto: Divulgação)
Na mesma semana, durante um lançamento de coleção em Nova York, às vésperas da primeira temporada de moda da década, Jean-Christophe Babin, CEO da Bulgari, anunciava uma doação justamente para o hospital. Os fundos permitiram a compra de um equipamento microscópico 3D de alta definição para o estudo da doença – e para o possível desenvolvimento de uma vacina. A doação da Bulgari não foi um caso isolado. A pandemia, que afetou o mercado de luxo de forma particular – quase 40% dos consumidores do setor estão na China e o travel retail é fonte significativa das vendas para muitas grifes europeias –, levou conglomerados como LVMH, Kering e Versace a fazerem contribuições milionárias.


O time feminino de cientistas do hospital Lazaro Spallanzini com Lelio Gavazza (esq.), presidente-executivo de vendas e varejo da Bulgari, e Jean-Christophe Babin (dir.), CEO da joalheira, com o novo equipamento microscópico  (Foto: Divulgação)
O time feminino de cientistas do hospital Lazaro Spallanzini com Lelio Gavazza (esq.), presidente-executivo de vendas e varejo da Bulgari, e Jean-Christophe Babin (dir.), CEO da joalheira, com o novo equipamento microscópico (Foto: Divulgação)

“É uma missão de cidadãos responsáveis e empresas como a Bulgari retribuir à sociedade”, disse Jean-Christophe Babin, em fevereiro, quando anunciou o auxílio. Em uma segunda investida, a marca também se comprometeu a produzir 6 mil unidades de álcool-gel por dia nas fábricas em que antes eram feitos seus perfumes.


Made in Italy
O gesto de retribuição à comunidade já faz parte da história da marca, e é mais um episódio da longa relação simbiótica entre a Bulgari e a Itália. Estabelecida em Roma em 1884, a joalheria se tornou não apenas protagonista econômica, como também instituição cultural do país e protetora de seu patrimônio. A icônica loja da Via dei Condotti, por exemplo – a preferida das estrelas que passavam pela Cine Città, como Elizabeth Taylor e Sophia Loren –, foi ponto de referência da vanguarda do cinema italiano nas décadas de 50 e 60.


Os laboratórios da ICR, empresa com quem a Bulgari tem parceria na produção de perfumes, agora produzem álcool-gel para os hospitais italianos (Foto: Divulgação)
Os laboratórios da ICR, empresa com quem a Bulgari tem parceria na produção de perfumes, agora produzem álcool-gel para os hospitais italianos (Foto: Divulgação)

Em Roma, as evidências do vínculo entre a joalheria e a cidade estão por toda parte. Em 2016, a grife financiou a renovação da famosa escadaria da Piazza di Spagna. No ano passado, anunciou que bancaria a preservação de parte do sítio arqueológico Largo di Torre Argentina, onde estão as ruínas de quatro templos romanos e do teatro de Pompeia, o primeiro da cidade na Antiguidade. Dessa vez, o esforço é para a ciência. A atitude da marca ajudará o país a guardar o que tem de mais valioso: sua gente.


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