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A modelo russa Varvara Shutova fotografada em Moscou.  (Foto: Filippo Del Vita , Divulgação e Reprodução) 

A Nike acertou em cheio com o uniforme da seleção da Nigériapara a Copa do Mundo de 2018: assim que foi divulgado online, o kit com camisa, calças, conjuntos esportivos, moletons e chapéus se tornaram uma verdadeira febre, gerando filas nas lojas e esgotando-se das prateleiras imediatamente após ser lançado.
Copa 2018: os uniformes das seleções que você também vai querer usar (Foto: Divulgação)

Com o fôlego do sportswear e streetwear, muitas têm potencial para se tornarem desejo e aqui Vogue seleciona algumas das mais bonitas do campeonato, como a do segundo uniforme da França, branca com uma padronagem em vermelho e azul bem discreta, quase imperceptível à distância, dando um ar mais sofisticado à peça. Já a do Japão faz referência à tão tradicional costura Sashiko do país (com o pesponto branco na camisa azul). A camisa do Senegal também emplaca entre as mais emblemáticas da temporada, com estampa discreta fazendo referência ao apelido do time - Leões de Teranga. A seleção da Bélgica é uma das que vai usar camisas estampadas, em referência à usada pela seleção de 1984.





A camisa do Brasil, claro, também entra na nossa lista, usando o mesmo tom amarelo do uniforme da seleção na Copa de 1970, enquanto a segunda camisa faz referência ao uniforme da seleção que levou a taça Jules Rimet em 1958.













Business: as notícias que se destacaram pela FFW na moda nesta semana



Sangue novo na Bottega Veneta
Apesar dos boatos de que Phoebe Philo ou Craig Green poderiam assumir o lugar de Tomas Maier na Bottega Veneta, foi um estilista desconhecido o nomeado como diretor criativo. Seu nome é Daniel Lee, 32, ex-diretor de prêt-à-porter da Céline, e que deve ter deixado a marca quando Hedi Slimane entrou.
O britânico formado na Central Saint Martins também já trabalhou na Maison Margiela e na Balenciaga. “Estou honrado e animado por continuar o legado que foi criado na Bottega Veneta pelas últimas cinco décadas. Mantendo os códigos da marca, o trabalho artesanal e a sofisticação, estou ansioso para iniciar essa evolução contribuindo com uma nova perspectiva e modernidade”, diz Lee, que começa oficialmente em 1 de julho.
Dries Van Noten vende sua marca
Dries Van Noten / Reprodução
DRIES VAN NOTEN / REPRODUÇÃO
Dries Van Noten vendeu a maior parte de sua empresa por um valor não anunciado para o grupo espanhol Puig, que é dono de marcas como Carolina Herrera, Nina Ricci e Paco Rabanne.
Dries é um dos últimos europeus independentes na moda e a venda reflete a dificuldade de crescer e evoluir sozinho no mercado global, que cada vez mais pressiona por crescimento e inovação tecnológica. O belga, claro, continuará diretor criativo e presidente do conselho.
Missoni vende participação em busca de crescimento
Desfile da Missoni / Reprodução
DESFILE DA MISSONI / REPRODUÇÃO
A italiana Missoni, até então uma empresa familiar, vendeu uma participação minoritária ao FS Mid-Market Growth Equity Fund. O fundo deterá uma fatia de 41.2%, deixando a família com a maior parte do negócio. Angela Missoni, diretora criativa, continuará como presidente da empresa. A ideia agora é concentrar no crescimento internacional e consolidação da grife em mercados chave para a Missoni. “Estamos felizes de fechar esse acordo com o FSI, um investidor italiano paciente e de prestígio, com um network global”, diz Angela em um comunicado. A marca está celebrando seu aniversário de 65 anos.





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